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O Portal

O Portal OXE é uma das ações de mediação leitora do projeto OXE: literatura baiana contemporânea  que ocorre no IFBA, campus Santo Amaro, desde 2014. A criação do portal foi motivada pela necessidade de ter disponível um acervo que possibilitasse acesso a textos literários de autorxs baianxs de gerações distintas e gêneros diversos, voltado principalmente estudantes da educação básica. Além de ser um instrumento educacional, o site possibilita a circulação de textos literários baianos em mídias e redes digitais.

Ler mais sobre o projeto

Autores

  • Cyro de Mattos

    Ela transpirou tremores misturados com cinzas.
  • Rafael Galeffi

    Matuto, malandro, matreiro Do ar, do ar
  • Victor Az

    Maria acordou cedo, bebeu um copo de leite, foi pra academia,
  • Clarissa Macedo

    É preciso aprender das pedras
  • Neide Cortizo

    A perfeição vive em instantes não se instala, é mutante.
  • Juliana Ribeiro

    Beira de Mar, beira de maré, maré sem fim Abre a porta
  • Luís Pimentel

    Uns pingos de chuva dançavam no vidro da janela.
  • Tianalva Silva

    E chorando e chorando muito, começava a dançar.
  • Alex Simões

    quanto mais reprincipio mais desconheço este mundo
  • Denisson Palumbo

    e no bagaço do bagaço do bagaço, um fiapo de vida.
  • Salete Maria

    Mulheres fazem regime Fazem clube, fazem time Fazem aqui e acolá
  • Gildeci Leite

    A força da jurema se manifestava pelos elementos da natureza.
  • Darcy Brito

    Os pingos d'água nada mais eram que minhas lágrimas
  • Núbia Paiva

    Vou comendo pelas beiras Minha agonia semi-nua Vou abrindo essa porteira De querer ser sempre tua
  • Rosana Paulo

    Torcia pela vilã ardilosa e malsã
  • Edu O.

    Mas, lágrima é água triste Não serve para irrigar a terra, Nem torna mais feliz o chão

Autores

Carlos Santiago Fontoura

a infinitude do mar é mero retrato nenhuma paisagem

Rita Queiroz

Na despedida, não há lágrimas Apenas lembranças

Carlos Ribeiro

Eu sou todas essas vozes e tudo o que me resta: o medo, o pânico, o horror.

Luiz Natividade

O cordel não tem fronteiras