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O Portal

O Portal OXE é uma das ações de mediação leitora do projeto OXE: literatura baiana contemporânea que ocorre no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, campus Santo Amaro, desde 2014. Constitui-se em ações que promovem a leitura literária como prática de fruição estética, de entretenimento e de interação social, privilegiando a produção literária dos finais da década de 70 do século XX aos dias atuais, abarcando autores que selecionaram o estado como local de moradia e nicho de produção criativa.

Ler mais sobre o projeto

Autores

  • Elton Magalhães

    No recôncavo baiano Onde o Brasil começou Santo Amaro se destaca Pois em muito nos marcou
  • Jean Paul d’Antony

    Renuncio a morte que me liberta diante do esquecimento na calçada.
  • Alex Simões

    quanto mais reprincipio mais desconheço este mundo
  • Herculano Neto

    Não tenho medo de ser simples tenho medo de ser oco
  • Luiz Natividade

    O cordel não tem fronteiras
  • Douglas de Almeida

    Abaixo a palavra que cassa traça o destino de alguns homens
  • Edu O.

    Mas, lágrima é água triste Não serve para irrigar a terra, Nem torna mais feliz o chão
  • Margot Valente

    Não quero ir e pronto! Só faço o que quero e quando quero, ora essa!
  • Lívia Mattos

    Deixa passar o que tiver de passado deixa ficar o que restou de sagrado
  • Luís Pimentel

    Uns pingos de chuva dançavam no vidro da janela.
  • Luciany Aparecida Alves

    Eu salivo alegria
  • Martha Galrão

    O que me mata é a falta de seus olhos nos meus.
  • Patrícia Lins

    Eis que é a vida Dizem que é para ser vivida Mas como não viver Se já se está vivo?
  • Rita Queiroz

    Na despedida, não há lágrimas Apenas lembranças
  • Karina Rabinovitz

    o que tiver que ser ser-ei-a
  • Rita Santana

    Há sol demais na paisagem. Moinhos de vento Atormentam meu dia.

Autores

Valdomiro Santana

No chão da consciência nada consigo localizar,

Carollini Assis

“Não sou teu amor”

Kátia Borges

Minha avó era cega. Dela, herdei a capacidade de ver sem usar os olhos.

Tiganá Santana

Menino caminha pra sonhar Dona Terezinha é o chorar Seu Zezinho de Aninha é o chegar, 10 de agosto é